No início do ano - 6 de janeiro de 2009 - retornamos ao Sítio Arqueológico para um
passeio, em companhia
dos amigos Petain Ávila, Carmen, Sílvio Cruz, Magno e Cláudio
Fernando, Cláudio, Magno, Carmen e Sílvio Cruz
Carmen, Petain, Magno, Cláudio e Sílvio Cruz
Serras onde se encontram algumas inscrições rupestres
Um dos Sítios Arqueológicos
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Petain e um nativo
Visitantes, e nativos que nos acompanharam na caminhada
Estando na serra, esta é a visão que temos da planície
Crianças nativas
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Em 27 de dezembro de 2007, em companhia do dr. Luciano Bezerra e de Guga filho de Vavá de Toreba, fomos conhecer as Inscrições Rupestres no Leilão da Carapuça, na zona rural de Afogados da Ingazeira.
A informação que temos é de que o simples hábito do visitante tocar nas pinturas já danifica as imagens, imagine o que estão fazendo os vândalos - inconseqüentes/irresponsáveis - na arte milenar.
É lastimável, e sobretudo um crime, o que se vê.
Se os responsáveis não abrirem os olhos, em breve toda essa história estará apagada.



As imagens de 2005, a seguir, foram-nos cedidas por Celso Brandão
Venho através desta, me manifestar a respeito da área física que está inserida o município de Afogados da Ingazeira, no Alto Sertão do Vale do Pajeú, o maior Rio que cruza Pernambuco, inclusive maior até do que o histórico e simpático Capibaribe.
O meu protesto é a respeito das Pinturas Rupestres localizadas em alguns sítios da zona rural deste município, inscrições estas tão importantes para nossa história, para a história do povo brasileiro e sobretudo do homem americano.
Infelizmente tomei notícia de que muitas das inscrições rupestres desta região e circuvizinhas estão em estado de degradação "antrópica", infelizmente a culpa é de todos, não podemos criticar apenas o povo, e sim todos, inclusive dos órgãos que poderiam manter uma pequena estrutura e eté mesmo educar todos na importância de preservar nossa história.
Tentarei fazer o possivel em fazer minha parte neste processo, mesmo distante, mas como professor (educador) Afogados da Ingazeira e seus sítios históricos serão lembrados como um exemplo que não deve ser seguidos por nós, ao contrário, devemos encontrar soluções para banir estes exemplos, e mostrar que com provas concretas que antes do europeu chegar nestas terras, já havia civilizações nestas regiões.
Prof. Flávio Ferro - IP 189.87.68.119 - caminhosgeograficos@yahoo.com.br
Recife, PE Brasil - 22-Janeiro-2009 / 14:41:05
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ATIVIDADES COMPROMETIDAS A TEREM A PARTICIPAÇÃO DO IPHAN (9 de Jul de 2007)
Em Afogados da Ingazeira foram levantados: CINE-TEATRO SÃO JOSÉ - CENTRO; CATEDRAL DO SR. BOM JESUS DOS REMÉDIOS - PÇ MONS ALFREDO DE ARRUDA CÂMARA;
MONUMENTOS HISTÓRICOS, CASA DA ROCHA - POVOADO DA CARAPUÇA; ESTAÇÃO FERROVIÁRIA;
SÍTIOS HISTÓRICOS E PRÉ-HISTÓRICOS, SERRA DA QUEIMADA GRANDE (INSCRIÇÕES RUPESTRES), SERRA DO GIZ (INSCRIÇÕES RUPESTRES), RIACHO DO LEITÃO (GRAFISMO RUPESTRE), SÍTIOS DOS LEITÕES (PINTURA RUPESTRE);
ATRATIVOS E RESERVAS NATURAIS, MINA DA CARAPUÇA (CACHOEIRA), FURNA DO PINGA (COM CACHOEIRA! TEMPORÁRIA), CALDEIRÕES DO ZÉ ARTUR (PISCINAS NATURAIS TEMPORÁRIAS), SERRA DA QUEIMADA GRANDE (MIRANTE);
TRADIÇÕES E MANIFESTAÇÕES POPULARES, BACAMARTEIROS, SANFONEIROS, COCO-DE-RODA DO LEITÃO, GRUPO FORRO DA GENTE, BANDA DE PÍFANO LAGOINHA, BANDA DE PÍFANO SANTO ANTÔNIO, QUADRILHAS.
http://br.groups.yahoo.com/group/membrosforum/message/226
SERÁ QUE, SEM COBRANÇA OU FORÇA POLÍTICA, ESSE COMPROMETIMENTO SERÁ CONVERTIDO EM AÇÕES CONCRETAS? CASO ALGUÉM TENHA ALGUMA BOA NOTÍCIA, FINEZA SE REPORTAR.
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Iphan // Levantamento constatou necessidade de reparar danos nos 13 sítios arqueológicos da região
Tânia Passos // Diario - taniapassos.pe@diariosassociados.com.br
A região do Vale do Catimbau, em Buique no Sertão de Pernambucano, a 295 quilômetros do Recife, abriga extensos paredões de granito, canyons, cavernas e pinturas rupestres. A área de 90 mil hectares de caatinga dispõe de uma rica biodiversidade e pelo menos 40 sítios arqueológicos. Mas esse patrimônio cultural esculpido pela natureza há milhares de anos vem sendo alvo de depredações de visitantes descuidados. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), há cerca de 13 sítios arqueológicos que sofreram algum tipo de dano. A preocupação maior é em proteger principalmente as pinturas rupestres, que têm entre cinco e seis mil anos.
"Infelizmente as pessoas não sabem apenas apreciar a pintura. Elas têm necessidade de tocar e esse contato, com o passar dos anos, traz prejuízos à pintura. No entanto, não é só isso. Há também a umidade e a salinização que aceleram o processo de degradação", explica o superintendente do Iphan, Frederico Almeida.
A equipe de pesquisadores, coordenada pelo Iphan é composta por arqueólogos, geólogos, biólogos e conservadores de sítios rupestres. "As pesquisas permitiram levantar o estado atual de conservação dos sítios rupestres e seu entorno onde foram identificando os vetores de degradação, em especial os processos erosivos e as modificações introduzidas pelo homem no meio ambiente, tais como a alteração da cobertura vegetal", ressalta Almeida.
Diante desse cenário, estão sendo elaboradas propostas com medidas preventivas e corretivas tanto na dinâmica de visitação aos sítios como nas condições físicas dos abrigos sob as rocha. "É necessária, por exemplo, a consolidação estrutural das paredes com pinturas, já que muitas apresentam um forte desplacamento, acarretando uma perda irreversível desse patrimônio arqueológico pernambucano", justifica a arqueóloga do Iphan Júlia Berra.
Instituto vai instalar cerca no local para proteger a imagens
A equipe do Iphan desenvolveu 13 projetos para serem aplicados a curto prazo. Entre as medidas estão a fixação de escoras, limpeza e delimitação da área de visitação. "A idéia é instalar cercas de proteção para que as pessoas não cheguem muito perto das pinturas", adianta Almeida.
Outras intervenções vão estar voltadas ao conservadorismo. A umidade é um agente agressor em potencial e os especialistas sugerem, por exemplo, desviar o escoamento das águas que hoje passam sobre as pinturas. Também foram identificadas na inspeção feita ao vale o descolamento de rochas que vão ser fixadas para não oferecer risco.
As primeiras ações desenvolvidas foram para o dimensionamento do patrimônio arqueológico e um diagnóstico do estado de preservação dos sítios, mas as intervenções também pretendem tornar mais acessível aos visitantes o significado da arte rupestre. "É importante disponibilizar ao público informações corretas e de longo alcance sobre um bem cultural, tornando a visita uma ocasião memorável e despertando a consciência da necessidade de preservar", explicou Berra.
Neste sentido, o Iphan aposta na implantação de um programa de educação patrimonial. "É preciso fazer um tabalho de conscientização e para isso o Iphan busca parcerias com o Ibama, Instituto Chico e outras unidades de conservação que possam colaborar", explicou Almeida. Os guias turísticos e monitores vão ser alvo preferencial das ações educativas.Além de aulas interativas com a participa ção da comunidade e dos visitantes também vão ser disponibilizadas publicações sobre os homens e mulheres que há milênios ocuparam o Vale do Catimbau.
http://www.diariodepernambuco.com.br/2008/10/20/interior1_0.asp
VAMOS TORCER PARA QUE O IPHAN VOLTE OS OLHOS PARA O SERTÃO DO PAJEÚ!
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"É uma unanimidade entre os arqueólogos do mundo todo que os homens pré-históricos utilizavam-se das gravuras rupestres com a finalidade de manterem a comunicação. Os registros deixados em rocha, aliás são objeto de estudos de uma infinidade de pesquisadores (...)
A Professora Gabriela Martin em seu livro “Pré- História do Nordeste do Brasil” fala dos inúmeros sítios arqueológicos espalhados pelo sertão nordestino, com grande ênfase para os sítios arqueológicos mais estudados da região sudeste do Piauí. Dentre os PRINCIPAIS SÍTIOS citados estão (...) Buíque–PE, Santana do Mato–RN, Pedra–PE, São João do Tigre–PB, Matozinho–MG e AFOGADOS DA INGAZEIRA (...) Estas tradições de pinturas rupestres estão classificadas em dois grandes grupos: a tradição Nordeste, caracterizada pela riqueza de infor mações que traz, mostrando figuras humanas e cenas cotidianas, muitas com a nítida impressão de movimento; e a tradição Agreste, caracterizada por figuras grandes, algumas disformes, mostrando elementos da fauna e figuras com características humanas misturadas a prováveis rituais (homens com asas, homens gigantes, etc.).
Alguns autores como a própria Dra. Niède Guidon e a Dra. Anne Marie Pessis admitem existir uma terceira tradição de pinturas, mas desconexa no que se refere às origens de grupos humanos – a tradição Geométrica, que combina traços e figuras geométricas, com poucas representações humanas ou de animais."
SOARES FILHO
fsoaresfilho@bol.com.br
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