Filho de Joaquim Raimundo da Silva e de (...), nasceu no distrito de Ibitiranga (então Boa Vista), Carnaíba em 2 de outubro de 1920.
Naquela localidade passou a sua infância e juventude que não foram nada fáceis. Para ganhar uns trocados pegava frete com um carrinho de mão. Também dava banho em cavalos, meio de transporte usual naquela época. E transportava água em galão para a manutenção das famílias na redondeza. Seus estudos primários foram realizados naquele pequeno distrito.
Em (...) contraiu matrimônio com Josefa Maria da Silva (Zezinha) na pequena Boa Vista. O casal teve 10 filhos: Joaquim, Antonio, Maria das Graças, Geneci, Genival, Gracielda, Gracieta, Jeová, Gracineide e Genilson.
Em um Ford 29, de um padrinho, aprendeu a guiar automóvel. Anos depois veio a sua grande realização pessoal adquirindo um Caminhão Misto e em seguida o ônibus (bicudinha). A partir daí outros ônibus foram surgindo na região. Com esse meio de transporte “carregava” pessoas e mercadorias das regiões de Ibitiranga (Boa Vista), Tabira, Iguaracy, Irajaí e Afogados da Ingazeira. Também adquiriu um Jipe que entregou a Zé Olinda para ir buscar passageiros das Placas para Afogados.
Zé de Preta era muito conhecido na região, antes por ser franzino e foi apelidado de Cordão. Depois, ficou gordinho e passaram a chamá-lo "Zé de Preta" em virtude de ser filho de “Pretinha”.
No Recife, em 30 de março de 1988, em virtude de um acidente automobilístico, sofreu um infarto que o levou a óbito. Seu corpo foi sepultado no cemitério São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.
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