Sérgio, filho de Antonio Anacleto da Silva e Olímpia Maria de França, nasceu na cidade de Monteiro/PB, em 5 de julho de 1905.
Seu pai, agricultor, formou uma numerosa prole. As dificuldades de se educar os filhos naquela época fez com que eles fossem criados sem terem passado pelas bancas escolares.
Homem já maduro, somente aos 40 anos se casou, em Monteiro, com Doralice Petronila da Silva. Dessa união, vieram os filhos João Batista, Carlos Alberto, José Fernando, Antonio de Pádua, Inês Doralice, Maria do Carmo, Maria Madalena e Maria do Socorro da Silva.
Através de um político influente de Sertânia, veio para Afogados da Ingazeira trabalhar na então Escola Normal Rural, na função de Auxiliar de Serviços Gerais. Era um funcionário de muito respeito e em quem as freiras muito confiavam.
Seu Sérgio era um homem de baixa estatura, mas, rígido, amedrontava as alunas do Colégio Normal. Elas o temiam, pois ele não admitia bagunça e nem que elas fugissem do colégio para irem à Estação Ferroviária ver a “passagem do trem”, com a finalidade de "gazear" aulas.
Ele comentava, com muito orgulho, ter sido a primeira pessoa que cumprimentou dom Francisco, o segundo bispo diocesano de Afogados, quando da chegada do bispo na cidade.
Foi homenageado, depois da sua aposentadoria, no ACAI, clube social.
Ivo Januário da Silva, o mais antigo farmacêutico de Afogados disse que foi seu Sérgio, que a pedido de seu Helvécio Lima, lhe conseguiu o emprego na Farmácia, onde até hoje trabalha.
Seu Sérgio, só teve um único emprego, aqui na cidade, que foi esse no Colégio Normal, até quando se aposentou por tempo de serviço.
Em 06 de novembro de1996, aos 91 anos de idade, em decorrência de infecção generalizada, faleceu na terra que o acolheu, sendo sepultado no cemitério Parque da Saudade.
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