Filho de Antônio de Oliveira Neto e Silvina Maria de Oliveira, nasceu em 25 de junho de 1939, na cidade de Afogados da Ingazeira.
Seus estudos foram iniciados na Escola Reunida Dona Anna Melo, depois no
Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart e Ginásio Monsenhor Pinto de Campos, em Afogados da Ingazeira, concluído o curso ginasial em 1959.
Em vista de sua cidade natal não dispor de curso Técnico em Contabilidade, foi estudar na Escola Tecnica de Comércio Joaquim Godói, em Serra Talhada, se formando em 1962.
Para fazer curso superior, se deslocou para Caruaru e, na Faculdade de Direito daquela cidade, bacharelar-se em Direito em 1971.
Casou-se com a jovem Vera Lúcia de Siqueira Oliveira, em 02 de janeiro de 1965, com quem teve os filhos Paulo e Viviane.
Em afogados exerceu o cargo de advogado (rábula) dos presos pobres da comarca de Afogados da Ingazeira, de 30 de dezembro de 1957 a 19 de maio de 1970.
Paulo Oliveira ocupou vários cargos importantes ao longo da sua vida:
-Gerente do Serviço Autônomo de Água e Esgotos, em Afogados da Ingazeira, no período de 10 de outubro de 1964 a 31 de março de 1965;
-Secretário da Prefeitura Municipal da Ingazeira (PE), de fevereiro de 1966 a outubro de 1968;
-Membro do Setor de Orientação Empresarial da Comissão de Desenvolvimento do Vale do Pajeú - CODEVAP - no ano de 1967;
-Diretor Tesoureiro da Companhia Telefônica de Afogados da Ingazeira, de 1965 a 1968;
-Secretário da Prefeitura Municipal de Carnaíba, de 03 de fevereiro a 31 de outubro de 1969;
-Professor de História do Brasil e História Geral, de Moral e Cívica e Contabilidade no Ginásio Comercial do Instituto Educacional Joaquim Mendes, em Carnaíba, de 1969 a 1970;
-Exator da Coletoria Estadual da cidade de São José do Egito (PE), de junho a agosto de 1970;
-Chefia da Coletoria Estadual da cidade de Flores (PE), de setembro de 1970 a janeiro de 1971;
-Inspetor da Fazenda, na região de Petrolina, de janeiro a abril de 1971;
-Exator da Coletoria Estadual da cidade de Afogados da Ingazeira, de abril de 1971 a abril de 1972; e,
-Assistente judiciário do Estado de Pernambuco, de abril de 1972 a outubro de 1974.
Também foi membro, diretor, presidente e governador, em legislaturas diversas, do Lions Clube.
Residia na Av. Rio Branco, 246, centro, em Afogados da Ingazeira, onde mantinha sua banca de advocacia.
Amante da música, sua predileção pelo trombone de vara era visível, instrumento que tocou na Banda Padre Carlos Cottart, por longos anos.
No dia 26 de agosto de 1978, à noite, Paulo Oliveira conversava com amigos na frente da sua residência, quando se sentiu mal. Recebeu socorro, imediatamente. Porém, nas primeiras horas da manhã do dia 27 de agosto de 1978, em razão do AVC, faleceu.
Seu corpo foi sepultado no cemitério São Judas Tadeu em sua cidade natal.
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