Filho de José Cerquinha da Fonseca e Otília Maria Campos da Fonseca, no dia 6 de novembro de 1957 nascia, em Afogados da Ingazeira, Marcos Antonio Campos da Fonseca, carinhosamente conhecido entre os amigos por Marcos Porróia.
Jovem alegre e amigo dos amigos, Católico, não distinguia classe social ou raça. “Puxando” aos pais, era muito caridoso e atencioso com todos que dele se acercavam. Era capaz de tirar a roupa do corpo para doar a alguém necessitado.
Iniciou os estudos no Grupo Escolar Padre Carlos Cottart (1963-1967), e no Ginásio Mons. Pinto de Campos (1968-1971). Logo em seguida foi para o Recife, lá residindo por uns 4 anos, mas, pela dificuldade de conseguir emprego ou continuar os estudos, retornou para sua cidade natal.
Apreciava festas, gostando de dançar e se divertir. Mas tinha um esporte que era sua paixão: a Vaquejada. Não perdia uma por nada neste mundo.
Em março de 1977 contraiu matrimônio com a jovem Maria Maíza Alves, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira. Dessa união nasceram quatro filhos: Fernanda, Cinthia, Laíz e Antonio Neto.
Um ano após o casamento foi residir em Princesa Isabel/PB, cidade que o acolheu de braços abertos.
Nomeado Fiscal de Rendas, na Paraíba, exerceu essa função com dignidade e seriedade. Pelas boas atitudes e integridade moral, fazia parte da Maçonaria.
No início de julho de 1999, quando se dirigia para Serra Talhada, sofreu um grave acidente automobilístico que o deixou entre a vida e a morte. Levado às pressas, por via aérea, para a capital pernambucana, não resistiu aos ferimentos e faleceu ao chegar ao Aeroporto do Recife, em 12 de julho de 1999.
Seu corpo foi sepultado no Cemitério de São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira, no dia seguinte.
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