Jonas de Moraes Veras (Otaciano)
Jonas, conhecido por Otaciano, nasceu no dia 15 de setembro de 1899, no sítio Favela, Ingazeira (PE). Era filho de André José de Véras e Ana Olindina de Moraes Véras.
Durante o pouco tempo que frequentou a escola, aprendeu a ler e escrever, mas procurou aprimorar a leitura lendo jornais, revistas e livros.
Na adolescência, morou, também, em Belo Jardim e em Afogados da Ingazeira.
Em março de 1927, em primeiras núpcias, Otaciano se casou com Maria do Carmo Souza Véras, na Igreja matriz do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira. Dessa união nasceram 3 filhos: Tereza de Jesus Véras, Maria Célia de Souza Véras e Vicente de Souza Véras.
A sua Maria do Carmo, em decorrência de uma infecção, após o parto do último filho, faleceu precocemente aos 23 anos de idade.
Após algum tempo de viuvez, contraiu matrimônio, em segundas núpcias, em 26 de maio de 1932, com Antônia Brasileiro Véras, que lhe deu mais 9 filhos: Zilda Brasileiro Véras, José Brasileiro Véras, Antônio Brasileiro Véras, Aloísio Brasileiro Véras, Osmar Brasileiro Véras, Suely Brasileiro Véras, Humberto Brasileiro Véras, Otaciano Brasileiro Véras e Maria do Socorro Brasileiro Véras.
Jonas de Moraes Véras morava na Praça Domingos Teotônio (atual Mons. Alfredo de Arruda Câmara), em Afogados da Ingazeira.
Comerciante, foi dele o primeiro posto de combustíveis da cidade, que funcionava precariamente na calçada de seu comércio de cereais (mamona, milho, feijão, etc.), inclusive o querosene que à época era de extrema necessidade até para a iluminação dos ambientes com candeeiros e para as geladeiras (refrigeradores) que funcionavem com aquele produto.
Jonas de Moraes Veras foi, por duas vezes, prefeito da cidade. A primeira, no ano de 1945. A segunda, no período compreendido entre 5 de agosto e 29 de outubro de 1947.
Homem católico e dedicado à família.
Acometido de uremia, seguida de insuficiência renal, no dia 20 de agosto de 1970, faleceu no Hospital Barão de Lucena, no Recife. Tinha 71 anos de idade.
Foi sepultado no cemitério de Santo Amaro, na capital pernambucana.
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