AFOGADOS DA INGAZEIRA ontem & hoje
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AS PESSOAS

 

PERSONAGENS

Iraildo Alves Leite

 

Católico Apostólico Romano, nasceu aos 18 de outubro de 1964 na cidade de Afogados da Ingazeira, Estado de Pernambuco. Foi o oitavo filho do casal Severino Leite da Silva e Juvina Alves Leite. Irmão de Balbina, Antonio, Maria de Lourdes, Joaquim, Maria do Carmo, Irma, Ismael, Verônica e Adriana.

Estudou em Escolas Públicas da sua terra natal e, após a conclusão do segundo grau, com apenas 24 anos de idade, dada às circunstancias da família, partiu em busca de um futuro mais promissor na cidade de São Paulo. Conviveu com incertezas, enfrentou os seus medos e realizou os seus sonhos, dentre eles seu primeiro  emprego,  no qual deixou lembranças e conselhos para o posterioridade. Sentiu-se “um homem realizado” em dividir bônus e ônus com a sua família a qual se honra pelo filho, irmão, tio, cunhado e amigo que tivemos.   

Vivenciou os ensinamentos de seus pais, trabalhou a honestidade, a lealdade e a amizade em sua trajetória. Permaneceu nessa cidade de sonhos e realizações profissionais até quando o coração não mais aguentou e clamou pela proximidade aos pais que deixara no interior, transferindo-se para a cidade Maceió, Alagoas. A sua transferência possibilitou a renovação de forças para continuar a minimizar as dificuldades dos seus familiares. 

Viveu intensamente cada momento de sua vida na construção de um mundo melhor ajudando àqueles que necessitavam. Foi amigo de muitos, por que não dizer, de todos aqueles que o conhecia.

Disse Balbina Alves Leite, sua irmã: “Iraildo, ainda Jovem, aos 38 anos de idade, deixou este mundo para ser “Anjo de Deus”, atendendo o chamado do PAI, e nos deixou saudades, muitas saudades e levando  esperanças de um mundo melhor. Falecido em 05 de novembro de 2002, em Maceió-AL, foi sepultado, por amor a terra, em Afogados da Ingazeira, no cemitério São Judas Tadeu no mesmo túmulo onde jazem seu pai e avós maternos.”

Dona Juvina, sua mãe, diz que: “sua presença é constante, e o choro acalenta a saudade e a esperança de encontrá-lo, a qualquer hora, a qualquer dia, em qualquer lugar.”

E concluem: “Iraildo, filho, irmão, amigo, tio, cunhado, sua lembrança permanece viva em nossos corações, estás presentes no nosso dia a dia. Por tudo isso prestamos a nossa homenagem.”

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