
Filho de Otacílio de Carvalho Veras e de Maria Pereira de Sá (Santinha), nasceu em São José do Egito em 4 de fevereiro de 1920. Sua família era composta de oito irmãos: Epitácio, Edivaldo, Evaldo (Turú), Francisco (Caboclinho), Elizeu, Elísio, Zuleide e Lindaura.
Pita era um homem de boas amizades, e sabia preservá-las. Citamos alguns dos seus amigos mais próximos: Zé Neném, Paulo Cerquinha, Oscar Dantas, Minéu, Zé Dias, Antonio Baião, Antonio Badú, Paulo Oliveira, Guardiato Veras, Zé Leite, Joãozinho Alves, Aristeu Campos, Zé Coió, Jaime Travassos, Zezito Padilha, Gonzaga da Sapataria, entre tantos outros.
Extrovertido e de boa índole, gostava de crianças. Um intelectual que gostava de discursar sobre qualquer assunto. Apreciava a poesia e não descartava participar dos períodos momentos, sendo um grande folião.
Em 31 de janeiro de 1960, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, se casou com Maria José Nazário Veras com quem teve três filhas: Zélia Maria, Zuleide Maria e Zudinaite Maria. As duas últimas filhas lhe deram os netos: Diego Victor, Bruna Dinara, Heytor Henry, Vinícius e Henrique.
Residiu nas cidades do Rio de Janeiro, Recife e, apos longos anos servindo a Aeronáutica, se aposentou, vindo para Afogados da Ingazeira, se estabelecendo definitivamente.
Em 10 de março de 1975 ele fez uma poesia sobre a Barragem que estava sendo inaugurada.
BARRAGEM DE BROTAS:
Arruda projetou
O Pajeú perenizar
Eraldo realizou
Este sonho singular
Riqueza virá
Pra nossa região
Água ficará
Pra irrigar este sertão
A Eraldo, a homenagem
Dos bons afogadenses
Brotas a grande barragem
Que ao povo pertence
Somos força e união
E vibramos com coragem
Ao grande chefe da Nação
Nossa sincera homenagem
O coração lhe tirou a vida em 3 de janeiro de 1993, no Hospital Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira, sendo sepultado no cemitério de São Judas Tadeu.
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