AFOGADOS DA INGAZEIRA ontem & hoje
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Vavá de Toreba

AS PESSOAS

 

PERSONAGENS

Edvaldo Xavier de Albuquerque (Vavá)

 

 

 

 

Edvaldo, filho de Antônio José de Albuquerque e de Maria de Lourdes Xavier de Albuquerque, nasceu em  20 de junho de 1942 em Afogados da Ingazeira/PE

Quando criança estudou as primeiras letras na Escola Dona Anna Melo, com a professora dona Amara. Aos 11 anos de idade foi para o Seminário São José, em Pesqueira/PE, onde cursou o primário. Terminada essa primeira fase, se dirigiu a João Pessoa, onde, no Seminário Imaculada Conceição, concluiu o ginasial.

Por falta de vocação para o sacerdócio, retornou para sua cidade natal, onde, em 1960 trabalhou como motorista em veículos de seu genitor – seu Toreba -, inclusive em ônibus, fazendo a linha Afogados/Tabira/Afogados e, nas  quintas-feiras, viajava com destino à cidade de Monteiro/PB transportando comerciantes e agricultores em busca de empréstimos no Banco do Brasil.

Com a abertura de uma agência desse mesmo banco em Afogados da Ingazeira, as viagens das terças e quintas-feiras passaram a ser feitas para a cidade de Arcoverde.

Edvaldo estudou, também, no Ginásio Mons. Pinto de Campos e Escola Normal, em afogados da Ingazeira, e na Escola Técnica, no Curso de Contabilidade, em Serra Talhada, mas não concluiu.

A atividade de motorista teve a duração de 10 anos - até 1970 -, quando, em virtude da grande seca passou a trabalhar no escritório do Serviço de Emergência aberto pelo governo do Estado de Pernambuco, como escriturário, realizando o pagamento dos trabalhadores das Frentes de Emergência.

Passada essa fase, batalhou em outras atividades quando, em 1974, começou a trabalhar no Cartório de Notas e Registro de Imóveis, do qual era titular a Sra. Maria Estelita Leite do Amaral. Tendo se submetido a concurso público, em 1982 foi nomeado Escrevente do Cartório. Dois anos depois – em 6 de abril de 1984 foi designado substituto do Cartório.

Por fim, em março de 1994, com a aposentadoria da Titular do Cartório, assumiu a sua titularidade pelo período de dois anos e, em 1998 foi aposentado como Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco.

Na capela do Colégio Normal Estadual, no dia 15 de fevereiro de 1971, em cerimônia celebrada pelo Mons. Antônio de Pádua Santos, contraiu matrimônio com a jovem Maria do Carmo Florentino de Albuquerque com quem teve três filhos: Jeanne Florentino de Albuquerque, Charles Cristian Florentino de Albuquerque e Edvaldo Xavier de Albuquerque Filho.

Os fatos mais importantes da sua vida foram os estudos realizados nos seminários, seu trabalho como serventuário da justiça e a união matrimonial com a esposa que lhe deu três filhos.


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