
Terceiro filho e primeiro varão do casal José Braz da Silva e Rosa Campos da Silva, nasceu em 09 de fevereiro de 1923.
Procedendo de uma família pobre, ainda jovem Décio começou a trabalhar, de forma que só teve a instrução primária, feita com sacrifício, na Escola Municipal (atual Escolas Reunidas Dona Ana Melo), até o ano de 1937.
Aluno de Dona Aurora de Azevedo Lopes, devotava à mestra grande admiração e respeito, sendo tido por ela como um rapaz de grande futuro.
Décio Campos se casou com Isabel Gomes da Silva, em 26 de setembro de 1947, com quem teve treze filhos, mas somente seis sobreviveram: Auda Maria, Reginaldo, Ione Márcia, Ednaldo, Rosa Maria e Décio Luciano.
Morava na Rua Dr. Diomedes Gomes Lopes, 72, centro, em Afogados da Ingazeira.
Foi Inspetor de Trânsito dos mais respeitados, alfaiate (um dos primeiros a se estabelecer na cidade), comerciante, exercendo sua lide no Posto Atlantic, na Av. Rio Branco, nº. 302 (onde, atualmente, funciona o INSS); também foi dono de bar, instalado na Av. Rio Branco, nº. 316 (onde, hoje, se encontra a Panificadora São José).
Profissional respeitado, pai dedicado e extremoso, não se cansava de pedir aos filhos que estudassem e se formassem, só assim seria possível desfrutarem uma vida melhor e, consequentemente, proporcionarem mais conforto aos filhos que viessem a ter.
Homem católico, honesto e digno. Em dado momento da vida Décio Campos foi cotado para ser prefeito, mas o acordo político não prosperou.
Grande folião, era visto com frequência nos salões do ACAI (Aero Clube de Afogados da Ingazeira) onde, além de ser considerado bom dançarino, foi membro da diretoria do clube.
Acometido de uma forte crise de diabetes, Décio Campos da Silva veio a falecer em 12 de outubro de 1973. (por Milton Oliveira com enxertos nossos)
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