Foto acima: Fernando Pires
As duas fotos acima:
Leo Caldas / Folha imagem
CONTERRÂNEOS NA MÍDIA
Yane Marques
Volta de Pequim - Yane é recebida com festa
JC - Publicado em 29.08.2008
Yane Marques não ganhou medalha nos Jogos Olímpicos de Pequim, mas a sobrinha Larissa, de 6 anos, se encarregou de resolver o problema na chegada da tia, ontem, ao Recife. A pentatleta, 18ª colocada na China, foi recepcionada com várias medalhas de papel feitas pela garota. No desembarque, a pernambucana era só sorrisos pelo fato de ter sido a melhor atleta das Américas no esporte, nas Olimpíadas.
Sem problemas com a chegada dos equipamentos de competição – na China, Yane teve os óculos do tiro e as espadas da esgrima quebradas na pista do aeroporto – a pentatleta teve recepção calorosa, mesmo sem a mãe Goretti que ainda está curtindo a viagem pela Ásia. Entre autógrafos e abraços dos amigos e familiares, ela vibrava com a experiência vivida na Vila Olímpica de Pequim. “Olimpíada é realmente uma prova especial. Antes, eu tentava encarar como uma competição normal, mas não é. Não adianta tratar como se fosse comum. Foi um sonho ficar na Vila e disputar a competição. Não sei se poderia ter sido melhor”, contou.
Mesmo acreditando que poderia ter conseguido um resultado melhor se tivesse disputado a equitação com outro cavalo, a pernambucana avaliou sua performance como muito positiva. “Tudo foi perfeito. Fiz minha melhor marca no tiro e cheguei a liderar a prova no início. Consegui tocar quase todas as adversárias na esgrima, inclusive a que ganhou o ouro. Na natação fiz tudo que era esperado, mas no hipismo não deu. O cavalo mudou tudo. Já a corrida foi dentro do esperado. Melhorei muito em quase tudo e fiquei na frente da medalhista de ouro e de prata em Atenas”, relembrou.
Yane ocupava a sexta posição na classificação geral após as três primeiras provas do dia (tiro, esgrima e natação). Mas caiu para o 15º lugar com o resultado do hipismo, o que atrapalhou sua performance na corrida de 3 km
Jornal do Commercio - Esportes
http://jc.uol.com.br/jornal/2008/08/29/not_297070.php
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Pernambucanas // Descanso e desabafo
De volta ao Recife, Yane e Jaqueline aproveitam para curtir a família e tirar o atraso do sono
Juliana Ramos / Diario - Edição de sexta-feira, 29 de agosto de 2008
juliana.ramos@diariodepernambuco.com.br
As atletas pernambucanas Jaqueline Carvalho e Yane Marques chegaram, ontem, ao Recife. Depois de uma tarde de carreata pelas ruas de São Paulo, a jogadora da seleção de brasileira vôlei aterrissou nesta madrugada e fez um desabafo. Yane chegou às 11h30. Recebida com festa por amigos e familiares, a pentatleta de Afogados da Ingazeira falou com os presentes e correu para casa. "Preciso dormir urgentemente", disparou(...)
Depois de matar as saudades da família, Yane tirou o resto do dia para dormir. Se disse satisfeita com o 18º lugar nos Jogos Olímpicos, mas sente que pode ir além. "Sabe como é o Pan-americano? Multiplique por mil. É a Olimpíada", brincou a atleta, logo que desembarcou na cidade.
Justamente por saber das dificuldades nas competições mundiais, a técnica Rafaela Waked já deu as cartas. "Três dias de descanso. Na segunda-feira, retomamos os treinos diários".
Antes da afirmação, a treinadora fez uma ressalva. "Sei que ela está bem e só não foi melhor na Olimpíada porque pegou um cavalo ruim. Se não, teria ficado entre as dez melhores", justificou.
O próximo desafio de Yane Marques será o Campeonato Sul-americano, que acontece na Venezuela, no fim de setembro.
Esporte Total - DIÁRIODEPERNAMBUCO.com.br
Edição de sexta-feira, 29 de agosto de 2008
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Olimpíadas / Patrocínio
Yane Marques consegue o melhor resultado do Brasil na história do pentatlo moderno, 18º lugar, mas vai voltar ao Recife sem suporte financeiro
Roberta Aureliano // Enviada especial
Pequim - Não é apenas a goleira Bárbara Micheline que volta ao Recife após a Olimpíada sem clube. A sua conterrânea Yane Marques vai chegar sem patrocínio.
Única brasileira a disputar o pentatlo moderno, ficou com a 18ª colocação, a melhor até então do país na história dos Jogos, não sabe como será a partir de agora. O único apoio certo é a bolsa que recebe do Governo do Estado. Mas Yane já avisou que vai procurar a Celpe. Primeiro para agradecer o apoio. Depois para fazer uma nova proposta. "Esse patrocínio foi o diferencial para a minha preparação. Realmente pude só pensar nos treinamentos. Foi um ano de tranqüilidade. Então vou tentar renovar. Se não for possível vou abrir novas portas. Alguém se habilita?"
Apesar dos problemas que terá pela frente, Yane ontem estava muito feliz. Orgulhosa do que tinha feito. Ressaltou várias vezes que só está no pentatlo há pouco mais de cinco anos.
"É o melhor resultado do Brasil em Olimpíada. Então não dá para não comemorar. É lógico que a gente sempre espera mais um pouco. Mas saio daqui mais experiente. Quebrei a barreira da primeira Olimpíada. Foi o sonho de toda uma vida e também uma dedicação integral nos últimos quatro anos", analisou a pernambucana, que despontou para o mundo no Pan-americano quando ficou com a medalha de ouro.
Mesmo querendo mais, achava que poderia ter ficado entre as dez primeiras colocadas na prova, pelo trabalho que foi feito. E espera que tudo continue como está, já que sempre quando é necessário realizou treinamentos fora do país.
"Pessoalmente a gente sempre tem o que melhorar. O que precisa é a gente ser mais incentivado de uma maneira geral. Espero que na próxima Olimpíada o Brasil possa ter duas atletas na competição. Temos bons competidores. Acho que a cultura de supervalorização do futebol é muito errada. Mas acredito que isso vá mudar gradativamente".
Como não participou da cerimônia de abertura da Olimpíada, Yane está tentanto ir ao encerramento.Quer ter o prazer de desfilar pelo Brasil. "Tudo vai depender se conseguir adiar minha volta ao Recife. Estou com muita vontade de ir ao desfile", contou a pernambucana.
E quando desembarcar no Recife, Yane não vai ter folga. Férias mesmo somente após a final da Copa do Mundo de Pentatlo Moderno, que está marcada para o mês de outubro em Portugal.
ESPORTE TOTAL - DIÁRIODEPERNAMBUCO.com.br
23/08/2008
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Brasileira vai mal no hipismo e na corrida e termina em 18º
Pequim (China) - Após entrar na antepenúltima prova do pentatlo moderno nos Jogos Olímpicos de Pequim como a sexta colocada, Yane Marques teve um desempenho ruim no hipismo e despencou na classificação geral. Devido ao refugo de seu cavalo, a brasileira perdeu muitos pontos, não se recuperou nos 3 mil metros e fechou sua participação como a 18ª atleta mais completa da competição chinesa.
De qualquer forma, o motivo principal da queda de Yane foi mesmo o hipismo. Depois de brilhar na natação, ela iniciou a prova com o eqüino Lili e saiu de lá com apenas o 33º posto: com o refugo do animal, ela marcou 948 pontos.
Na seqüência, a única chance para que a brasileira recuperasse o terreno perdido seria a corrida de 3 mil metros, mas ela também não teve um desempenho expressivo nessa modalidade - marcou o tempo de 11mins01s61, sendo a 24ª atleta mais rápida a cruzar a linha de chegada e somando mais 1.076 pontos.
Com os dois últimos resultados do pentatlo moderno, ela encerrou sua participação com 5.332 pontos, o suficiente para colocá-la como a 18ª colocada no geral. Com 24 anos de idade e em sua primeira participação nas Olimpíadas, a pernambucana conseguiu o melhor resultado da carreira, uma vez que havia terminado o Mundial da modalidade, disputado na atual temporada, no 28º posto.
Sem a representante nacional no sonhado pódio, os três primeiros lugares da competição ficaram com países bem mais tradicionais. Campeã, a alemã Lena Schoneborn anotou 5.792 pontos, superando por apenas 40 a britânica Heather Fell, segunda colocada. O terceiro lugar ficou com a ucraniana Victoria Tereshuk (5.672 pontos).
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Olimpíadas 2008/Pentatlo Moderno - (22/08/2008 12:52:01)
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Para Yane Marques, cavalo prejudicou seu desempenho
Pequim (China) - A brasileira Yane Marques esteve perto do pódio do pentatlo moderno feminino ao final de três das cinco provas, aparecendo na sexta colocação. Mas a representante nacional foi mal na prova de saltos no hipismo, com a penúltima posição, e acabou se distanciando de uma surpreendente medalha. Para a pernambucana, culpa do sorteio, que lhe reservou um cavalo ruim.
Yane Marques acabou com o 18º lugar, e grande parte do resultado foi em decorrência do eqüino Lili. “Quando sortearam os animais, fomos falar com os nativos. Eles disseram que esse cavalo tinha que ter muita vontade de saltar, pois executava o pulo e abaixava a cabeça”, explicou a campeã dos Jogos Pan-americanos.
“Tinha horas em que eu fazia tudo certo e, ainda assim, ele chutava a vara. A prova que decidiu foi o hipismo”, lamentou Yane, que mesmo assim comemorou o 18º lugar. “Foi um resultado satisfatório, o melhor do Brasil nas Olimpíadas. Igualei minha marca no tiro, fiz um bom resultado na esgrima... mas a gente sempre espera mais”, acrescentou.
A pernambucana, que começou a praticar o pentatlo moderno há quatro anos e que nesta sexta-feira se colocou entre as 20 melhores do mundo na modalidade, tentou rechaçar o desânimo pelo sorteio do cavalo e destacou a importância de sua participação em Pequim.
“Levo destes Jogos Olímpicos a experiência e, principalmente, a superação da barreira de estar em um torneio deste porte pela primeira vez”, concluiu a brasileira, que viu o ouro ficar com a alemã Lena Schoneborn, enquanto a prata terminou com a britânica Heather Fell e o bronze, com a ucraniana Victoria Tereshuk.
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Olimpíadas 2008/Pentatlo moderno - (22/08/2008 12:33:54)
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Pentlato Moderno: Prova do salto foi decisiva no resultado de Yane
22/08/2008 - 10:40:09 - por FS - AI COB
O 18º lugar de Yane Marques no pentatlo moderno dos Jogos Olímpicos Pequim 2008, esta sexta-feira, 22 de agosto, foi o melhor resultado do Brasil no esporte na história dos Jogos. Mesmo assim, a brasileira, campeã dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 sabia que podia ser ainda melhor. E segundo ela, só não foi porque o sorteio dos cavalos para os saltos lhe reservou uma montaria ruim.
Na prova de hipismo do pentatlo moderno, os cavalos dos atletas são escolhidos por sorteio. A brasileira ocupava a sexta posição no geral após as três primeiras provas do dia: tiro, esgrima e natação. Com o 33º lugar no hipismo, caiu para a 15ª posição e largou na corrida, prova decisiva, 1min22s atrás da líder.
"Quando sorteou o cavalo, a gente foi falar com os nativos. Aí eles disseram que esse cavalo tem que ter muita vontade para saltar. É um cavalo muito difícil. Salta e abaixa a cabeça. Tinha hora em que eu fazia tudo certo e, ainda assim, ele chutava a vara. A prova que decidiu foi o hipismo", lamentou: "Foi um resultado satisfatório, o melhor resultado do Brasil nos Jogos. Igualei minha marca no tiro, fiz um bom resultado na esgrima, mas a gente sempre espera mais".
E é com essa mistura de satisfação com um certo lamento que Yane vai deixar Pequim: "Levo destes Jogos Olímpicos a experiência e, principalmente, a superação da barreira de estar pela primeira vez nos Jogos".
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Lena Schoneborn conquistou o ouro; prata ficou com o Reino Unido e o bronze com a ucrânia
AFP
PEQUIM (China) - A alemã Lena Schoneborn conquistou a medalha de ouro do pentatlo moderno, esta sexta-feira nos Jogos Olímpicos de Pequim.
A prata ficou com a britânica Heather Fell, enquanto a ucraniana Victoria Tereshuk levou o bronze.
A brasileira Yane Marques chegou em 24º na prova dos 3000m, a última do pentatlo moderno dos Jogos Olímpicos de Pequim, e terminou a competição na 18ª posição na classificação geral. Yane fez o tempo de 11min01s61 na prova vencida por Anastasia Samusevich, de Belarus, seguida pela ucraniana Victoria Tereshuk e por Donata Rimsaite, da Lituânia.
http://ultimosegundo.ig.com.b - 22/08/2008 - 09h26
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No pentatlo, Yane cai para 15º lugar após hipismo
Yane caiu após a ótima participação nas três primeiras provas, tiro, esgrima e natação
Agência Estado
PEQUIM (China) - A fraca performance no hipismo (percurso de saltos), a quarta prova do programa de pentatlo moderno, fez a brasileira Yane Marques cair da 6ª para a 15ª colocação na classificação geral. Agora, falta apenas a disputa do atletismo (3.000 metros), ainda nesta sexta-feira, para definir a campeã na Olimpíada de Pequim.
Yane teve boa participação nas três primeiras provas do pentatlo - tiro, esgrima e natação (200 metros livre) -, ficando sempre entre as sete melhores colocadas. Mas, após o hipismo, ficou com 4.256 pontos, bem longe da alemã Lena Schoneborn, que lidera com 4.584.
Com isso, Yane irá largar 1 minuto e 22 segundos atrás da alemã Lena Schoneborn na prova dos 3.000 metros, marcada para acontecer às 9 horas desta sexta-feira (horário de Brasília).
http://ultimosegundo.ig.com.br - 22/08 - 08h30
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Yane vai bem na natação e sobe na classificação do pentatlo
Brasileira assume a sexta colocação nos Jogos Olímpicos de Pequim; líder ainda é a alemã Lena Schoneborn
PEQUIM - A brasileira Yane Marques ficou em sexto lugar nesta sexta-feira na prova de natação do pentatlo moderno feminino dos Jogos Olímpicos de Pequim e subiu na classificação geral da competição.
Yane fez os 200 metros de percurso na piscina do Centro de Natação Yingdong em 2min15s44. A primeira colocada foi a norte-americana Sheila Taormina, que fez 2min08s86.
A atleta do Brasil subiu do sétimo para o sexto lugar, com 3308 pontos - não muito atrás dos 3412 da alemã Lena Schoneborn, líder no geral até o momento.
Restam as provas de corrida e hipismo, a serem disputadas ainda nesta sexta-feira. Já aconteceram, além da natação, o tiro e a esgrima.
www.estadao.com.br
22 de Agosto de 2008
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Yane Marques sobe para 6º lugar no pentatlo moderno
22/08/2008 04h22
A pernambucana Yane Marques conseguiu subir da 7ª para a 6ª colocação na classificação geral do pentatlo moderno, depois da disputa da natação, a terceira das cinco provas da modalidade.
Mas ela volta a competir ainda nesta sexta-feira, na Olimpíada de Pequim, nos dois eventos restantes.
Nas duas primeiras provas do pentatlo, tiro e esgrima, Yane manteve o 7º lugar na classificação geral. Mas subiu para a 6ª posição com a pontuação que ganhou na natação (200 metros livre), passando a ter um total de 3.308 pontos.
A liderança do pentatlo moderno continua nas mãos da alemã Lena Schoneborn, com 3.412 pontos. A próxima prova será o hipismo, quando as atletas irão disputar um percurso de saltos. E, por fim, acontece o atletismo, com a realização dos 3.000 metros.
TV JORNAL / Fonte: AE
Por Felipe Held, especial para a GE.Net
Modalidade pouquíssimo popular não só no Brasil como no mundo inteiro, o pentatlo moderno terá apenas uma competidora brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim: a pernambucana Yane Marques, que conseguiu a vaga ao faturar, de forma surpreendente, a medalha de ouro no Pan-americano do Rio de Janeiro, em 2007.
As chances de medalha de Yane em Pequim-2008, todavia, são bem pequenas. Mas a brasileira de 24 anos tem a oportunidade de, na capital chinesa, melhorar ainda mais seus resultados e conseguir mais espaço para o pentatlo moderno no Brasil.
Depois de ficar com o ouro no Pan do Rio, Yane surpreendeu outra vez no início deste ano. Primeira pentatleta brasileira a se classificar para a final de um Campeonato Mundial, ela foi a 28ª colocada na prova realizada na Hungria. O grande momento da representante nacional na prova húngara foi no hipismo, quando chegou a aparecer na sétima posição.
Como o pentatlo moderno será disputado apenas entre os dias 20 e 22 de agosto, o Brasil pode ganhar um segundo competidor nos Jogos de Pequim: Wagner Romão, único reserva na categoria masculina, que pode herdar a participação olímpica caso algum dos atletas já classificados sofra uma lesão de última hora.
Destaque nacional:
Yane Marques
Nascimento: 07/01/1984, 24 anos
Participações olímpicas: Estreante
Principais conquistas: Ouro nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro-2007 e tricampeã sul-americana (venceu de 2004 a 2006).
http://www.gazetaesportiva.net/
Sexta, 22 de Agosto de 2008
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Com material certificado, Yane Marques faz sua estréia olímpica em Pequim
Chefe de equipe do pentatlo moderno confia em um bom resultado da medalhista de ouro do Pan do Rio nos Jogos chineses
Os especialistas diziam que eram necessários dez anos para uma atleta do pentatlo moderno chegar ao nível das melhores do mundo. Mas ela ignorou a advertência e, após somente quatro anos de carreira, Yane Marques fará sua estréia olímpica nesta sexta-feira, a partir de 3h30 (horário de Brasília).
- A Yane vem evoluindo no cenário mundial. O respeito das atletas internacionais por ela é cada vez mais visível. As adversárias a convidam para treinar a fim de estudar seus defeitos e qualidades - comentou o chefe de equipe do pentatlo moderno, João Cerqueira Lima.
Depois do susto de descobrir que seu material esportivo (óculos de tiro, máscara e espada da esgrima) havia sido danificado pela companhia aérea em sua viagem a Pequim, a medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos Rio de Janeiro e sua equipe estão confiantes em conquistar um bom resultado na China.
- Se ela repetir a performance do Pan do Rio, certamente ficará com uma boa colocação. Mas, independente da posição que termine, o mais importante é constatarmos uma evolução. Ela é uma atleta de talento e um exemplo de dedicação e profissionalismo - definiu João.
GLOBO ESPORTE.COM 21/08/2008
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Yane Marques encerra treinos e faz antidoping
Pequim (China) - Única representante brasileira na prova de pentatlo moderno das Olimpíadas de Pequim, Yane Marques encerrou nesta quarta-feira em Pequim sua longa preparação para a árdua disputa nos Jogos, que começa às 21h30 (horário de Brasília).
Ela realizou na Vila Olímpica um treino de natação pela manhã e à tarde fez uma aula de vídeo- esgrima, seguida de leve corrida. A jovem pernambucana, que ano passado venceu os Jogos Pan-Americanos, não se abalou com o problema ocorrido na sua chegada à capital chinesa quando teve destruído parte do seu equipamento de competição.
Nesta quinta, a atleta faz o exame de sangue antidoping juntamente com as outras 35 adversárias que disputarão, pela ordem, as cinco modalidades do pentatlo moderno: tiro, esgrima, natação, hipismo e corrida
Gazeta Esportiva.Net - 21.08.2008
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Yane Marques é a aposta do Brasil no Pentatlo Moderno
19/08/2008 - 15:51:55 - por FS - AI COB
É difícil estabelecer uma conexão entre a pequena Afogados de Ingazeira, cidade no interior de Pernambuco, e a capital da China. Porém, para Yane Marques, representante única do Brasil no pentatlo
moderno em Pequim 2008 e que nasceu no município pernambucano, chegar aos Jogos Olímpicos é a coroação de uma trajetória de superação, que culmina com o momento mais importante de sua carreira.
Yane começou a praticar a modalidade em 2003. Foi em uma prova de duathlon que conheceu o pentatlo, modalidade que começou a treinar aos 20 anos. Mesmo sem qualquer contato prévio com armas, cavalos e espadas, precisou de poucos meses para conquistar seus primeiros resultados expressivos. Agora, ela chega a Pequim pronta para surpreender mais uma vez.
Os especialistas dizem ser necessário um período mínimo de dez anos para se igualar aos principais atletas internacionais, mas quatro anos foram mais do que suficientes para que Yane mudasse a história da modalidade no País. Nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007, ela obteve a primeira medalha de ouro do Brasil no individual feminino e de quebra classificou-se para os Jogos de Pequim.
Os principais resultados de Yane são o tricampeonato brasileiro (03/04/05) e sul-americano (04/05/06) além do título do Campeonato da Nocerca (Confederação das Américas do Norte, Central e do Caribe) em 2005, na Guatemala, e medalha de prata, em 2006, em Cuba. Na Copa do Mundo no México, em março de 2008, terminou em 11º lugar.
"A Yane vem evoluindo no cenário mundial. O respeito das atletas internacionais por ela é cada vez mais visível. As adversárias a convidam para treinar a fim de estudar seus defeitos e qualidades. A preparação para os Jogos Olímpicos foi feita da melhor maneira possível. Participamos das principais competições internacionais, fizemos testes físicos, científicos e acertamos a contratação do técnico francês, que aprimorou ainda mais a técnica da atleta", comentou o chefe de equipe João Cerqueira Lima.
A rápida evolução de Yane já garantiu a ela reconhecimento no cenário esportivo internacional.
"Se ela repetir a performance do Pan no Rio, certamente ficará com uma boa colocação. Mas, independente da posição que termine, o mais importante é constatarmos uma evolução. Ela é uma atleta de talento e um exemplo de dedicação e profissionalismo", definiu João.
A modalidade começa com o tiro, prova em que cada competidor dá 20 disparos com pistola de ar, a uma distância de 10 metros do alvo. A esgrima vem em seguida, com a disputa da espada. Depois, os competidores caem na piscina para os 200m livre. Já no hipismo, enfrentam percurso de 350 metros com 12 obstáculos.
Ao fim dessas quatro disciplinas, soma-se a pontuação de cada atleta para definir a ordem de largada para a corrida de 3.000 metros, última prova do programa. Cada atleta larga separadamente, a intervalos que variam de acordo com a colocação na soma dos pontos. O competidor que cruzar primeiro a linha de chegada é o vencedo
FINAL SPORTS - Porto Alegre (RS) - 19/09/2008
http://www.finalsports.com.br
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Pentatleta supera problemas com equipamento no aeroporto de Pequim
Além da Fabiana Murer, outra brasileira também teve problemas inacreditáveis com o equipamento. Foi Yane Marques, do pentatlo moderno.
Reportagem: César Tralli (Pequim)
A única brasileira no pentatlo moderno, Yane Marques, já desembarcou em Pequim travando um duelo feroz com a empresa aérea da China. A bagagem dela foi atropelada na pista a caminho do saguão do aeroporto. Não sobrou nada inteiro. "Achamos que o carro passou por cima da minha mala. Quebrou máscara, copo, óculos de tiro. Quebrou tudo", conta a atleta.
Depois de muita discussão, saiu o dinheiro para repor os equipamentos. Na pressa para os treinos, o técnico emprestou o par de tênis dele. Calçado 44, contra o número 38 de Yane. Folga realmente não combina com essa guerreira de Afogados da Ingazeira, do sertão de Pernambuco.
Mal chegou, ela está com sede de treino. A penatleta Yane Marques traz para Pequim o entusiasmo da medalha de ouro no Pan do Rio de Janeiro. Nas Olimpíadas, acertar na mosca é um desafio bem maior. Não basta tirar um único dez. "O objetivo do penatleta é ser razoável em todas as provas. Não é válido você ser excepcional em uma, e ser péssimo em outra", declara a atleta.
Tiro, esgrima, natação, equitação e atletismo: são diversos obstáculos até o pódio. Os pontos conquistados nas primeiras provas são convertidos em segundos de vantagem na largada dos 3.000 metros do atletismo. Como a corrida é a maior dificuldade de Yane, ela que quanto mais ela sair na frente, menos vai ter que se preocupar com o fôlego das concorrentes e com as próprias pernas. "Sair bem na frente e fazer de tudo para chegar bem na frente", afirma a penatleta.
Atleta olímpica de primeira viagem, a brasileira está solitária no pentatlo moderno. "Tudo que eu puder fazer de melhor, pode ter certeza que eu vou fazer", diz Yane.
Bom Dia Brasil - Globo.com
http://bomdiabrasil.globo.com - Rio de Janeiro 19/08/08
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Brasileira reclama que teve equipamento danificado em Pequim
Celso Paiva, Portal Terra
PEQUIM - Após o sumiço da vara de Fabiana Murer, mais uma vez uma brasileira teria sido prejudicada com seu equipamento na chegada em Pequim. Yane Marques, do pentatlo moderno, desembarcou na capital chinesa e viu que sua mala estava aberta e rasgada.
A atleta e o chefe da delegação João Cerqueira Lima vieram de Seul, onde passaram um período de treinamento. No dia 17, quando desembarcaram em Pequim, observaram que a mala estava aberta e com o equipamento danificado. A espada e a máscara sem condições de uso.
- Ou caiu de uma altura grande ou um carro passou por cima, afirmou Cerqueira, que pediu indenização a uma companhia aérea e recebeu US$ 1 mil.
Yane e o chefe da delegação compraram algumas peças para consertar a espada e resolveram o problema. Cerqueira afirmou que a atleta não se abalou com o fato.
- Ela está com a cabeça boa e esse fato não vai atrapalhar na competição, afirmou.
JB OnLine - Rio de Janeiro 19/08/2008
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/08/19/
e190830137.asp
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OLIMPÍADA 2008
Yane está entre os 9 Brasileiros para você prestar atenção na Olimpíada
Com a maior equipe olímpica da história, o País tem mais chances de medalhas.
A pentatleta quer fazer boa surpresa nas competições em Pequim
A pernambucana Yane Marques é um fenômeno. Numa modalidade esportiva em que são necessários pelos menos dez anos de preparação para chegar a resultados positivos, ela precisou de apenas quatro. Iniciou-se no pentatlo em 2002 e em 2006 tornou-se campeã sul-americana, batendo atletas experientes. "Viajo a Pequim confiante no meu trabalho", diz ela. Quem acompanha sua carreira não tem dúvida: Yane nasceu para ser pentatleta.
SONHO OLÍMPICO
Idade: 24 anos
Altura: 1,68 m
Peso: 56 kg
Na sua primeira participação em uma Olimpíada, Yane será a única pentatlteta do Brasil
TV Quinta-feira 21, às 21h30
Revista ISTOÉ nº 2022, pág. 83
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Pequim // A mala olímpica
A pouco mais de um mês da Olimpíada, Yane Marques e Joanna Maranhão começam a preparar a bagagem que vão levar aos Jogos de Pequim
A rotina de treinos e viagens é uma velha conhecida das pernambucanas Yane Marques e Joanna Maranhão. Mas, quando o assunto é Olimpíada, elas confessam que não há como evitar a ansiedade. Com as mães Goretti Fonseca e Teresinha Maranhão não é diferente. É difícil evitar o friozinho na barriga que dá às vésperas do "dia D". A solução encontrada para amenizar a aflição da contagem regressiva é uma velha conhecida das nossas estrelas. Faltando pouco mais de um mês para o início dos Jogos Olímpicos, as atletas e suas matriarcas realizam juntas um hábito antigo: a preparação da mala.
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) enviou, na última sexta-feira, as malas com roupas, tênis e adereços olímpicos às atletas. Na casa de Yane, foi uma festa. "Nessa fase que antecede os Jogos, é muito gostoso escolher o que vai e o que não vai. Na minha bagagem não pode faltar máquina fotógrafica para registrar os melhores momentos", diz a número 1 do pentatlo brasileiro. Mas não é só em comemoraçãoa primeira Olimpíada da "caçulinha" que a família Maques está animada. A mãe, Dona Goretti, também se prepara para uma nova e inesquecível "aventura". Será a primeira vez que ela viajará para o exterior. Para tentar conter a ansiedade, Dona Goretti se ocupa com a mala da filha. "É uma forma de aliviar o aperreio. Tenho o maior cuidado para que ela não esqueça nada", diz. E não dá mesmo para esquecer. No pentatlo, são cerca de 30kg só de material de competição. "São três tênis, duas sapatilhas, uma pistola, máscara de esgrima, cela para o cavalo e as roupas. Qualquer ausência dessas é um desastre", explica Yane. As duas começaram a fazer as malas no domingo, separando o material de competição e treino de cada uma das cinco modalidades. "Sem mainha é muito complicado. Quando saio de casa, a mala vai toda arrumadinha, dá tudo. Para voltar é uma complicação", reconhece.
Juliana Ramos -
Da equipe do Diario de Pernambuco.
www.pernambuco.com - em 03.07.2008
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"Em apenas quatro anos ela conseguiu mudar a história do Pentlato Moderno no Brasil. Enquanto os maiores especialistas no esporte dizem que um pentaatleta precisa de, no mínimo, dez anos para poder chegar ao mesmo nível dos seus principais rivais internacionais, para Yane Marques bastaram apenas quatro.
Ela começou a praticar o pentatlo em 2003, quando estava deixando a prática da natação. Nunca tinha pego em uma arma, andado muito pouco de cavalo e esgrima era um campo completamente desconhecido. Mas parece que ela foi feita para isso".
www.pernambuco.com em 2007
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Yane Marques conquista ouro inédito no pentatlo
(reportagem, por Valéria Zukeran da Agência Estado – Rio, extraída do site Diário de Cuiabá) (em 24.07.2007)
A pernambucana Yane Marques colocou no mapa a pequena Afogados da Ingazeira, cidade de 36 mil habitantes encravada no Sertão de Pajeú (380 km do Recife), ao tornar-se a primeira brasileira a conquistar uma medalha de ouro no pentatlo moderno em Jogos Pan-Americanos. Com o resultado, a atleta também levou uma vaga para a Olimpíada de Pequim. A canadense Mônica Pinette ficou com a prata e a norte-americana Mickelle Kelly, com o bronze.
Foi orgulho demais para a mãe, Maria Gorete Marques, que teve de fazer seis meses de horas extras no trabalho de cozinheira para ver, entre lágrimas e ao vivo, o feito da filha. "Valeu a pena todo o esforço que fiz para chegar até aqui, todo o sacrifício de ficar longe da família", diz Yane, logo após a conquista.
E a jornada não foi pequena para a menina, que cresceu no sertão até os 12 anos e de lá foi para Recife com o sonho de ser nadadora. Até pouco menos de quatro anos, era difícil viver do esporte em uma família sustentada pela mãe, que ganha R$ 800 mensais fazendo quitutes, e pela pensão dos avós aposentados.
O pentatlo moderno só apareceu por incentivo dos técnicos do Caxangá Golf Country Club, de Recife, onde nadava. "No começo achei que o esporte fosse corrida, natação, bicicleta e mais alguma coisa. Depois descobri que não tinha nada a ver", conta. Com exceção da natação, Yane teve de aprender todos os outros esportes: tiro, esgrima, hipismo e corrida - ainda hoje, seu ponto fraco. Mas progrediu rápido e, antes de disputar seu primeiro Pan vivendo com uma ajuda de custo de R$ 500,00, chegou a ficar em 19º lugar na última Copa do Mundo. "Espero que com a medalha eu consiga patrocínio", sonha.
SACRIFÍCIO - Também não faltou esforço a Maria Gorete para vir ao Rio. "Foram seis meses economizando para poder pagar a passagem para vir até aqui", conta a mãe de Yane. E a saudade durante o tempo de preparação para o Pan não foi pequena. "Nos últimos três meses, ela passou nove dias em casa." Os outros, a atleta passou treinando na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ).
Mas tudo valeu a pena e Maria Gorete não conteve o choro ao ver a filha subir ao lugar mais alto do pódio. Agora, espera ter mais algum tempo para ficar perto da nova super atleta do esporte brasileiro.
Os habitantes de Afogados da Ingazeira também não pouparam esforços e criatividade para dar apoio à filha ilustre da cidade. Uma delegação de aproximadamente dez pessoas viajou cinco horas de carro e mais duas de avião para chegar ao Rio. Na cidade, contaram com a ajuda de outros conterrâneos que moram na sede do Pan para fazerem as faixas de incentivo a Yane.
Com os resultados, ela saiu na prova dos 3 mil metros de corrida 1min24 à frente de Pinette. Na chegada, a brasileira somou 5.484 pontos. "Foi muito bom ter todo aquele pessoal me apoiando", diz Yane, que foi elogiada pelas adversárias. "Tenho orgulho de dizer que fui uma das duas únicas atletas (a outra foi a brasileira Larissa Lellis, que terminou em oitavo) a tocá-la na prova de esgrima", afirma a medalhista de bronze, Mickelle.
Com a vaga garantida em Pequim, o técnico da brasileira, Alexandre França, não quer perder tempo: os treinos recomeçam já na sexta-feira. E Maria Gorete começa as contas de quantos docinhos e salgadinhos terá de fazer para ver a filha competir de novo representando o Brasil. Agora, em Pequim.
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