











Diego Henrique da Silva,10 anos (23.08.1997)
Cícero Alves da Silva,30 anos (18.12.1977)
O sr. Cícero Alves, aprendeu a técnica com um detento e, por sua vez, repassou-a para seu filho, o menor Diego Henrique que a executa com perfeição.
Eles fazem, também, panos de geladeira/fogão/bujão de gás/garrafão d´água, passadeira de mesa, toalha de mesa, forros de cama, etc (VAGONITE)
Sugiro uma visita a essa humilde família de artistas.
Vila Vitória - Pitombeira - Afogados da Ingazeira-PE
87-3838.2577 (Telef. Público)
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A origem do nhanduti, diz a lenda, está ligada a uma inconsolável indígena cujo amado desapareceu no dia do casamento. Ao achá-lo morto na selva fechada, ela se abraçou ao seu corpo, velando-o toda a noite. Ao amanhecer, a luz do sol mostrou que o guerreiro morto estava coberto por um belo manto de teias tecido pelas aranhas. A noiva buscou fios e agulhas e, copiando o trabalho das aranhas, teceu para o amado uma deslumbrante mortalha, criando a primeira peça de nhanduti. A renda Nhanduti ou Tenerife é uma categoria de renda difundida nos países latino americanos pela dominação espanhola e que teria alcançado o Brasil especialmente através do Paraguai. Uma trama radial é montada pela rendeira sobre um bastidor onde o desenho final vai se definindo conforme a variação de pontos básicos executados sobre ela. É conhecida também por renda do sol porque os vários motivos são tecidos sobre a trama que parte de um centro, assemelhando-se a uma teia de aranha, que é o significado do seu nome paraguaio (na língua guarani), “ñanduti”. Um grupo de pessoas se reuniu durante 3 meses no APA – Espaço Cultural para somar experiências e o conhecimento de cada um, resgatar e não deixar morrer a arte da renda Nhanduti.
http://www2.uol.com.br/agulhadeouro/cursos/nhanduti_video.htm
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